Parece que o BdP vai vetar a garantia pedida pelo banco de Joao Rendeiro de 740 milhoes. Porque? Bom porque parece que tal financeiramente nao aparenta ser viavel e prejudica o sistema financeiro ao nivel do seu funcionamento.
Bom nao se conhece bem os caminho intricados da historia do BPP. Mas sabemos todos o que era a sua politica de gestao/ criacao de produtos para venda aos seus clientes a nivel de banca privada e institucional. Esperemos para ver.
Entretanto quando parece que o BdP começa a levantar ligeiramente a cabeça para ver a dimensao da floresta onde as arvores que deve controlar estao imersas, temos o Governo Portugues a actuar como Paulson/Bush em Agosto passado.
O Secretario de Estado Carlos Costa Pina parece estar em negociacoes para encontrar um comprador para o banco...nao vai acontecer o que se passou com a Lehmann as devidas proporcoes porque tambem agora a consciencia das autoridades governamentais é outra totalmente diferente, mas que podemos ter a segunda nacionalizacao em marcha, isso que ninguem duvide.
La se vais o défice...se bem que o proprio Rendeiro ja tinha avisado que tinha a corda nao sei se ao pescoço á cabeça ou nos pés e ja de pernas para o ar!
22/10/08, 20:42
Os bancos portugueses vão precisar de uma recapitalização de 4,7 mil milhões de euros para ultrapassarem a crise financeira e atingirem um nível sustentável no rácio de Tier I, indicador que mede a solvabilidade de uma instituição, disse ontem João Rendeiro, presidente do Banco Privado Português.
Numa apresentação feita na Associação Portuguesa de Analistas Financeiros (APAF), João Rendeiro adiantou que, em Espanha, os bancos irão precisar de uma injecção de 39 mil milhões de euros para atingir o mesmo objectivo. O presidente do BPP acrescenta que será necessário ainda um aumento generalizado da dívida pública para financiar os planos de recuperação e de resgate dos bancos o que implicará uma subida das taxas de juro de longo prazo.
O custo médio fiscal líquido das recapitalizações do sistema financeiro deverá ser em média de cerca de 6% do PIB, mas no caso português o impacto será menor, sendo necessário 3% do produto, adiantou o presidente do Banco Privado Português.
João Rendeiro disse que os mercados financeiros deverão estabilizar no último trimestre deste ano e que os níveis actuais são 'um bom suporte para investimento a médio e longo prazo'.
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