Para terem acesso aos depósitos 2008-09-23 16:17
Morgan Stanley e Goldman Sachs querem comprar bancos regionais
O (nota: os jornalistas insistem em chamar o que querem e definir o sujeito como querem...nao seria... A?)
Morgan Stanley e o Goldman Sachs poderão anunciar mais negócios aos 81 mil milhões de dólares (55 mil milhões de euros) em operações de serviços financeiros que efectuaram durante a semana passada devido ao facto de se terem convertido em bancos comerciais, e os peritos notam que o seu objectivo passará agora pela compra de bancos regionais para acederem aos depósitos destes.
Segundo o analista da JPMorgan Steven Alexopoulos, citado pela Bloomberg, os bancos regionais irão, provavelmente, ser ‘devorados’ pelos bancos maiores.
O (ah...ja sei...é que agora vai chamar-se Bank MS, é isso - bolas Jornalistas 1 - BFCB 0)
Morgan Stanley, um dos dois maiores bancos de investimento norte-americanos que
continuavam independentes até terem mudado de estatuto para passarem a ser bancos comerciais, planeia vender uma participação de até 20% no seu capital ao maior banco do Japão, o Mitsubishi UFG Financial Group, por 8,4 mil milhões de dólares (5,69 mil milhões de euros), com o objectivo de aumentar o seu capital. Por sua vez o Goldamn Sachs anunciou que o seu novo estatuto de banco comercial o vai ajudar a comprar activos, podendo, para esse efeito, aumentar o seu capital.
"Se encontramos activos atractivos, podemos aumentar o capital com o objectivo de sermos capazes de os comprar", disse o porta-voz da instituição, Lucas van Praag, acrecentando que o Goldman Sachs não tem, para já, esse objectivo.
Recorde-se que as quedas dos mercados accionistas dos últimos dez dias, levaram o Lehman Brothers à falência, outrora o quarto maior banco de investimentos norte-americano, e estiveram na origem da aquisição do Merril Lynch pelo Bank of America. (recordo-me de ouvir falar disto...)
Os especialistas notam que estas ocorrências contribuíram para que o sector dos serviços financeiros ultrapassasse a indústria mineira, no que respeita ao número de fusões e aquisições, este ano, de acordo com dados tratados pela Bloomberg.
“Estamos a assistir a negócios que são altamente oportunistas e arranjados à última hora, e nos quais os alvos se encontram com dificuldades”(finalmente alguem diz a verdade... quem é este?),
disse à agência noticiosa Marco Boschetti, especialista na empresa de consultoria Towers Perrin.
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