Wednesday, September 17, 2008

We are at war…

Mack isn't going to wait," said one person familiar with his thinking. "If he sees the writing on the wall, he's going to do something".

 Mack, é John Mack, CEO da Morgan Stanley e a inscriçao na parede refere-se ao aviso que os mercados possam dar sobre a inevitabilidade de uma fusao com um banco de retalho.

 Sabe-se agora, sobretudo por desabafos de quadros de topo das sucursais Europeias como a Iberica, que a Lehman poderia ter feito algo deste tipo algumas semanas antes e ter assim evitado a maior falencia da historia na América. Segundo dizia ontem o Head da LB para a Iberia, “os nossos colegas de NY podiam ter resolvido a questao antes mas, quiseram ser ...

 Ontem o Barclays fechou um acordo para ficar com a divisao de Banca de Investimento da LB, por cerca de 2 mil milhoes de USD, o resultado obvio da tactica do wait and see, que se seguiu ao abandono das negociacoes no domingo, abandono que parece agora claro foi propositado para provocar um break up dos activos da Lehman, nomeadamente para permitir separar o trigo do joio.

 Aliás o break-up tem um duplo efeito dominó, alem do dos mercados, o legalmente establecido pela abertura de um processo de falencia:

 

1. O processo de insolvência produz efeitos em todo o mundo.
Embora o pedido de insolvência tenha sido aceite por um tribunal americano, esta decisão chega à Europa ao abrigo de uma convenção das Nações Unidas que rege os efeitos dos processos de insolvência no mundo inteiro. O Reino Unido foi um dos poucos países que ratificou este documento, mas neste caso basta. Uma vez chegado a Inglaterra, este processo tem impacto em toda a União Europeia, de acordo com um regulamento europeu de insolvências transfronteiriças. Desta forma, não será necessário abrir processos de insolvência em todos os Estados onde o Lehman tenha subsidiárias. 
 
2. Identificar os objectivos de um processo de insolvência.

Proteger o devedor (o banco), salvaguardando o seu património, e procurar a melhor solução para os credores são os objectivos da PricewaterhouseCoopers, auditora escolhida para administrar o processo de insolvência. Para isso, a empresa tem pela frente um longo processo de negociação para tentar reduzir o impacto da falência. A partir de agora,  cabe aos administradores do processo gerir o activo da instituição e fazer face ao passivo. Nas mãos do banco estará o património imobiliário, participações sociais, acções e créditos, entre outros. Contra o banco estarão trabalhadores, credores obrigacionistas, outras instituições bancárias e contratos em curso. Além das dívidas ao Estado, por exemplo, em matéria fiscal e segurança social. 

3. As principiais dificuldades.
Desde logo, o facto de o Lehman Brothers estar espalhado por todo o mundo implica que o processo de insolvência terá de se reger por variadíssimas jurisdições, o que certamente vai trazer muito trabalho aos advogados. Por outro lado, os administradores de insolvência vão tentar negociar com eventuais interessados em comprar o banco ou apenas algumas das suas unidades de negócio. 

In Diario Economico

 But that’s life. O mundo financeiro é duro e nao se compadece com situacoes de compaixao para com instiuicoes que marcaram a historia do mundo financeiro dos ultimos 2 seculos.

 

Hoje é o dia 2 da “guerra”.

Noticias da frente de combate: A AIG foi salva por um bail-out da FED que a partir de agora controla 80% da maior seguradora do mundo, após ter feito um emprestimo de 85 mil milhoes de USD à seguradora.

 Entretanto os agitadores no mercado começam a fazer o seu papel. Depois do mercado americano ter sido alvo da intervençao do antibiótico “FED”, os market jitters viram agora atençoes para o mercado financeiro europeu, comecando pela economia britanica que se encontra em situacao de quase recessao. O Halifax acabou de perder mais de 50% em bolsa e só parou de descer quando se anunciou que se encontram a decorrer negociacoes com o Lloyds TSB para uma eventual fusao. 

Os homens amontoam-se nas trincheiras há medida que os mercados europeus começam a agitar-se com o inicio da sessao em Wall St.

 

Próxima frente de combate: Modelo de Negócio da Banca deInvestimento Independente

 Pois agora encontra-mo-nos perante a necessiade de reflectir sobre o que quer dizer todo este conjunto de acontecimentos em catadupa. Começam a agitar-se as primeiras consciencias que apelam a uma impossibilidade provada pelos acontecimentos dos ultimos dias/ meses de que subsistam os modelos de negocio da banca de investimento independente, uma vez desaparecida a lehman, engolida a Merril e com a Goldman e a Morgan a pensarem no que fazer.

 Por um lado como sugerem os CEO’s da GS e da MS, quer-se defender o modelo de negocio, mas se por acaso o “writing on the wall” aparecer, e pode muitissimo bem aparecer muito em breve, entao esta defesa teoricamente do meu ponto vista até bastante razoavael, cairá por terra.

 A questao crucial parece ser: Sobrevivem melhor os bancos que tem os activos para compensar os passivos de alto risco em que se encontram expostos, ou pelo contrario deverao os assessores independentes reputados definir limites de exposicao que auto-limitem a sua ganancia de poder e dinheiro por forma a nao incorrer no desenfreado mundo das loucuras de CDO’s dos subprimes?

 Desde o meu ponto de vista, e até numa optica do “survival of the fittest” tao do gosto destas instiuicoes de renome, parece-me obvio que apenas haveria uma opcao e essa seria a segunda. Contudo creio haver ainda mais argumentos para lutar por esta doutrina: Apenas chegamos a este estado de coisas, como se comprova a cada hora destes dias, por teimosia em reconhecer erros, falta de sentido estrategico, orgulho desmesurado e ganancia em ainda maior dimensao.

 Quando em 2007 os resultados a meio do ano mostravam uma tendencia de duplicar os numeros do ano anterior nao havia quem pensasse em travar tanta estupidez de gestao com elevado risco. Em 2008, no inicio do ano, ja a crise estava mais que instalada, quando se apresentavam os lucros por debaixo do propalado aumento (ja descontado pelo mercado, mas mm assim utilizado como arma de arremesso dos mesmos para tensar as empresas e ver ate que ponto estas sao capazes de estar à altura dos valores que defendem, uma vez mais o survival of the fittest) nao houve muita gente que tivesse a coragem de fazer purgas radicais como seria exigivel, como minimo, para evitar estas situacoes agora catastroficas.

 Mas exactamente nesse momento de inicio de ano, estavam exacatamente a fazer-se as referidas purgas e/ou engolir orgulhos megalomanos, ao proceder a aumentos de capital ou vendas de participacoes minoritarias de grandes instituicoes financeiras de retalho na america, como o Citi, até à altura o maior banco a nivel mundial. Sheiks, multimilionários, fundos soberanos ligados ao petroleo aproveitaram os preços de mais de 140USD/barril para tirar partido de um musculo financeiro tao avassaladoramente grande que nem eles acreditavam cm forte era para poderem fazer o que bemq ueriam, bem fosse passar a dominar os grandes bancos de retalho americanos anteriormente donos e senhores do mundo, bem seja os clubes de futebol europeus de maior historia, so porque…gostam de futebol. 

Daqui concluo duas coisas: uma que o dinheiro no mundo é como um enorme fluxo em permanente circulaçao, mudando de maos em cada nanosegundo, fazendo accionistas em paises democraticos, os que antes eram agitadores ou mesmo ditadores em paises radicais, ou fazendo dos defensores da liberdade de expressao a nivel exclusivamente interno e nacionalista os mais convictos argumentistas de um discurso de abertura de fronteiras que antes eram muros que se erguiam para serem inexpugnaveis pelos petrodolares. 

Depois, e mais interessante, conclui-se que afinal os que agora, com o declinio da fina flor da banca de investimento independente, aparecem como grandes protagonistas do modelo que resulta (apenas porque acabam por ser os que compram esta fina flor, sem que se comente porem que o fazem agindo como qq comprador, ou seja, tensando preço e esticando a corda jogando com a vida das pessoas) os que ainda ha poucos estavam na corda bamba, com a corda na garganta, no limite da sustentabilidade a curto prazo...e espante-se, tinham também banca de investimento de altissimo nível, e mais ainda...activos como ninguem. Se o Citi, maior banco do mundo por activos até ha bem pouco tempo, estava com dificuldades no seu Balanco (e aqui entenda-se activos que nao tem valor e passivos com elevado risco) entao que nao se culpe o modelo de negocio da banca de investimento independente pelo o que se passa hoje nos mercados. 

Aliás por que se mais provas houvesse que dar, o HBOS esta na ruptura, a AIG foi salva após uma escolha clara entre a seguradora e uma Lehman pela maior exposicao da primeira a todo um conjunto de agentes bem mais além dos bancos numa primeira fase, e pelo continuo movimento de degradacao das condicoes do mercado de credito entre bancos...de retalho, que nem as injecçoes de milhares de milhoes de dólares do BCE, FED e BoE parecem ajudar.

 Mais, se nao fosse assim, nao faria sentido o que se passou com a criacao do fundo entre os maiores bancos de retalho no mundo pelo valor de 70 mil milhoes de USD para evitar os riscos de desmoronamento do sistema pela queda da LB. Mas se estes tem activos, entao cada poderia defender-se sozinho nao? Cada um poderia estar solido, nao? Ou será que a culpa nao foi da pressao exercida pelo excesso de liquidez existente a determinada altura em td o sistema financeiro que levou a criacao de engenhosos produtos financeiros que os bancos de investimento se encarregaram de comercializar, os de retalho de retalhar e os investidores de comprar? Nao ha verdades absolutas nem mentiras que possam subsistir a muito tempo de analise ou investigacao. Deixemos a historia fazer o resto.

 

Finalmente para rematar, e apenas estamos a fechar a manha, a bolsa de moscovo perdeu ao inicio do dia mais 11% e teve que ser suspensa. Agitadores? “In god we trust”. Lets play on.

 


Noticia Negocios.pt sobre a compra da divisao IB da Lehman (sugiro leitua da frase do presidente do Barlcays)


Empresas

Barclays formaliza compra de negócios do falido Lehman Brothers

O Barclays, o terceiro maior banco do Reino Unido, formalizou a aquisição de parte dos negócios do Lehman Brothers. O banco acordou pagar uma quantia de 1,75 mil milhões de dólares (1,23 mil milhões de euros) pela divisão de banca de investimento.


O Barclays, o terceiro maior banco do Reino Unido, formalizou a aquisição de parte dos negócios do Lehman Brothers. O banco acordou pagar uma quantia de 1,75 mil milhões de dólares (1,23 mil milhões de euros) pela divisão de banca de investimento. 

Depois de ter abandonado negociações para compra do Lehman Brothers, que evitaria o pedido de falência daquele que era o quarto maior banco de investimento dos EUA, o Barclays chegou a acordo para adquirir partes do que resta da instituição.  

Vai pagar 25 milhões de dólares pelos negócios do Lehman e 1,5 mil milhões pela sede de Nova Iorque e dois outros centros, segundo um comunicado emitido hoje, citado pela Bloomberg.

Para o presidente do Barclays, Robert Diamond, a compra do negócio do Lehman Brother é uma “oportunidade que só surge uma vez na vida”. Com a compra, o banco britânico fica com cerca de 10.000 antigos colaboradores do Lehman Brothers. 


Noticia CNBC sobre o bailout da AIG


AIG to Get $85 Billion Loan, Gives Up 79.9% Stake

American International Group will get an $85 billion loan from the federal government in exchange for an 79.9 percent stake in itself.

 

The deal calls for the U.S. Federal Reserve to lend up to $85 billion to AIG for two years in exchange for that 79.9 percent equity stake. AIG will pay interest at a steep 8.5 percentage points above the three-month London Interbank Offered Rate, making the current rate equal to about 11.4
percent.

This gives AIG a big incentive to embark on a massive asset sale program to pay back the loan quickly. The deal also severely dilutes existing shares of the company.

Index futures pointed to a higher market open on Wednesday after the news.

Former Allstate Corp CEO Edward Liddy will be named the new chief executive of AIG, replacing Robert B. Willumstad.

AIG had been racing against the clock to avoid a bankruptcy filing on Wednesday, making efforts to work out a deal with the Federal Reserve to shore up its finances.

Treasury Secretary Henry Paulson and Federal Reserve Chairman Ben Bernanke met with Senate and House leadership Tuesday night to discuss how to assist AIG, sources said.

The Fed's financial aid for the troubled insurer marks a reversal of its decision on Monday to refuse a bridge loan to AIG.

The Fed met with the company's advisers throughout Tuesday and came to a better understanding of what is needed to help the company through its current crisis, people familiar with the negotiations told CNBC. (See the accompanying video for CNBC analysis of the federal government and AIG.)

"The President supports the agreement announced this evening by the Federal Reserve.  These steps are taken in the interest of promoting stability in financial markets and limiting damage to the broader economy", said Tony Fratto, Deputy Press Secretary.

AIG's recue was necessary, in contrast to Lehman Brothers, because the insurer has extensive ties to other firms and retail products, senior Fed staff said. AIG was deemed to be a very complicated firm with extensive links to many parts of the financial sector, including retail financial products, such as insurance and guaranteed annuities, officials added.

In addition, AIG has substantial business interests that would not have been protected by states, an official said.

AIG Stock on Rollercoaster Ride

AIG [AIG  3.75    -1.01  (-21.22%)   ] shares swung wildly all day Tuesday in heavy volume.

The shares, which are a component of the Dow Jones Industrial Average, at one point were down more than 50 percent in the wake of a cut in the insurer's credit rating, which only served to heighten the concerns that it would file for bankrupcy and further upset the troubled global financial system. 

AIG shares fell as much as 48 percent in after-hours trade on these bailout reports which could wipe out shareholders.

The plunge in AIG shares has been the biggest drag on the Dow this week.

Latest in a String of Victims

AIG, one of the world's largest insurers, is the latest company to be convulsed by a mortgage and credit crisis that this week led to a bankruptcy filing by Lehman Brothers [LEH  0.30   0.09  (+42.86%)   ] and the sale of Merrill Lynch [MER  22.18    5.12  (+30.01%)   ] to Bank of America [BAC  29.55    3.00  (+11.3%)   ].

 

The liquidation of AIG's assets is the most likely way the company could pay off the loan, but it could also pay off the loan through operations as well, a Fed official said.

The government loan is the most senior obligation in the deal, the officials said. The new management of the company will decide which assets will be sold off to repay the loan.

Fed staff denied that the deal represents a nationalization of the insurer. The government has provided liquidity to the company to allow it to fund its operations in an orderly fashion, they said.



Noticia Yahoo news sobre fundo criado pelos maiores bancos retalhistas a nivel mundial


Global banks pledge 70 billion dollars to ease credit crunch

Sun Sep 14, 10:42 PM ET

WASHINGTON, (AFP) - A consortium of 10 global commercial and investment banksannounced plans Sunday to provide 70 billion dollars to help offset a credit squeezeamid an anticipated collapse of Wall Street giant Lehman Brothers.

Bank of America, Barclays, Citibank,Credit Suisse, Deutsche Bank,Goldman Sachs, JPMorgan Chase,Merrill Lynch, Morgan Stanley, and UBS, said in a joint statement they "initiated a series of actions to help enhance liquidity and mitigate the unprecedented volatility and other challenges affecting global equity and debt markets."

They agreed to create a "collateralized borrowing facility" of 70 billion dollars, with each bank contributing seven billion dollars, to help ease access to credit.

They also said they would work together "to help facilitate an orderly resolution" of the derivatives exposures between Lehman Brothers and its counterparties.

"These actions reflect the extraordinary market environment," the statement said.

"The banks are committed to continuing to work closely with one another as well as theUS Treasury Department, the Federal Reserve, the Securities and Exchange Commission, governments and regulators around the world, and other market participants, to ensure the industry is doing everything it can to provide additional liquidity and assurance to our capital markets and banking system."

The 10 banks would be able to tap this facility, with any bank eligible for up to one-third of the fund. The amount may be expanded if more banks join the program.

The announcement came moments after the Federal Reserve announced new steps to ease access to emergency credit for struggling financial companies, by broadening the collateral to be used for central bank loans.

The unusual Sunday moves came as financial markets braced for a possible collapse of Lehman Brothers, a Wall Street giant whose failure could have wide-ranging implications for the financial system.

While there was no official news on Lehman's fate, analysts expected a bankruptcy filingthat could affect a range of companies dealing with the Wall Street giant, with a potential to worsen the global credit crunch.



Noticia El confidencial sobre como geriu a LB NYC todo o seu imperio


Frustración en Lehman España: “Los gestores en New York han hundido la firma por salvar su culo”

Lehman Brothers


 El presidente de Lehman Brothers España, Luis de Guindos.

Frustración y cabreo no disimulado entre el personal de la sucursal ibérica –España y Portugal- de Lehman Brothers, subsidiaria al 100% de la matriz americana, que el año pasado ganó 170 millones de dólares, y que este año tenía previsto volver a hacerlo en cuantía cercana a los 100 millones. Las quejas van dirigidas contra el senior management en Nueva York, “que, al margen de los errores cometidos en el año y pico largo de crisis financiera internacional, en el último tramo de la misma ha jugado a salvar su sillón sin que les haya importado llevarse por delante una firma como ésta más que centenaria”.

El banco, que en la península estaba presidido por el ex secretario de Estado de Economía Luis de Guindos, pasó ayer a manos de los administradores judiciales de la quiebra, la firma PriceWaterhouseCoopers. Cuando a primera hora del lunes se confirmó en la oficina de la madrileña Plaza de la Lealtad la dimensión de la tragedia, “lo que hicimos fue decirle a la gente de la mesa de contratación que no hicieran ninguna nueva operación y liquidaran las posiciones contraídas el jueves y el viernes pasado. En realidad, es lo único que cabía y cabe hacer aquí: liquidar la firma de la forma más ordenada posible, y esto va a ir muy rápido”.

Tan rápido como que ayer mismo se dejó de pagar la luz, el teléfono y el alquiler de la elegante instalación, sita al lado del Hotel Ritz de Madrid y en frente de la sede de la Bolsa. Tan rápido como que ayer mismo, cuando algún ejecutivo quiso pagar un café y un vaso de agua con la Visa de Lehman, se encontró con que ya había sido anulada. “Solo nos queda velar por los clientes y por nuestros empleados, ver qué podemos hacer por ellos, aunque en la caso de los clientes con quienes teníamos operaciones en marcha como banco de negocios eso es ahora mismo una incógnita”.

Con independencia de la negligencia dolosa demostrada por el management de la firma en Nueva York, con elchairman Richard Fuld al frente, “lo cierto es que hemos tenido muy mala suerte en el tramo final, porque está claro que la Reserva Federal no podía hacer frente al mismo tiempo a la crisis de dos colosos como Lehman y Merrill Lynch, de modo que, forzado a elegir, ha optado por evitar el mal mayor salvando a Merrill, que tiene más riesgo y más plantilla, dejando a Lehman a su suerte. El resultado es que las ayudas han ido a Merrill Lynch, es decir, a Bank of America, lo cual ha impedido que prosperase la oferta de  Barclays por Lehman”.

Ofertas de Bank of America y Barclays

Dicho lo cual, “la gerencia de Nueva York ha tenido al menos dos oportunidades de eludir el colapso en los últimas días, incluso en las últimas horas, y nuestra gente no lo ha querido hacer por salvar su culo, por conservar su sillón”. ¿Qué ocasiones han sido esas? “No es el momento de entrar ahora en esa cuestión, pero ha habido ofertas de Bank of America, de Barclays y de fondos soberanos árabes. No es cierto que el Santander haya estudiado la posibilidad de entrar en la puja, como afirman algunos rumores en Madrid”. ¿Por qué no han aprovechado alguna de tales oportunidades? “Seguramente por uno más de los errores de cálculo que han llevado la firma a la quiebra”.

En Nueva York pensaban que el ciclo recesivo iba a ser más corto y que, con la inercia de los buenos resultados logrados en el ejercicio de 2007, iban a ser capaces de mejorar la posición de liderazgo de Lehman en la industria. Y ni lo uno, ni lo otro. “No han sido capaces de reconocer que se habían equivocado, se han callado como muertos, han intentado tapar la situación y han terminado llevándose a la firma por delante”. En la sede madrileña se respira una sensación de desolada impotencia ante lo ocurrido: “Una pena, porque nos hemos dejado aquí la vida por colocar a Lehman donde está ahora, una firma muy rentable en España y Portugal, y todo para nada…”    



Noticia FT sobre modelos de negocios de banca de investimento independente

 

Goldman, M Stanley defend models

By Greg Farrell in New York and Francesco Guerrera in London

Published: September 16 2008 13:54 | Last updated: September 17 2008 00:36

Goldman Sachs and Morgan Stanley on Tuesday said that they were not interested in pairing with a commercial bank, arguing that they had the financial strength to survive as the last two remaining large stand-alone investment banks.

Goldman, which reported the biggest quarterly earnings drop since it went public in 1999, and Morgan Stanley, which brought forward third-quarter results in an attempt to allay investors’ fears, mounted a robust defence of their business models.

In the wake of the collapse of Lehman Brothers and the sale of Merrill Lynch toBank of America at the weekend, the two Wall Street firms maintained that they could survive as independents without linking up with a commercial bank to gain access to broader sources of funding.

David Viniar, Goldman chief financial officer, said they had “a lot of compassion” for the people at Lehman and Merrill but said Goldman would benefit from the demise of competitors. “When there’s less competition, that’s better for us,” Mr Viniar said. “We have pricing power, and it gives us an even better competitive advantage.”

Colm Kelleher, his counterpart at Morgan Stanley, said: “These markets are all about confidence and we are proudly confident in the robustness of our franchise, business model and balance sheet.”

Morgan Stanley’s third-quarter results, which showed a 7 per cent year-on-year fall in net income to $1.4bn, beat expectations. The stock was up 9 per cent in after-hours trade after closing more than 10 per cent lower before the earnings release.

Goldman, whose chief executive and chairman is Lloyd Blankfein, reported $845m in profits in the quarter, down 61 per cent from the second quarter and 70 per cent from last year. Revenues were $6bn, down 36 per cent from the second quarter and 51 per cent from last year. Earnings per share were $1.81, slightly above consensus estimates and above the most dire predictions of $1.60 per share.

Mr Viniar noted the mortgage and credit markets turmoil had hit all financial institutions. He said Goldman was well capitalised and had proved itself more than capable of competing as an independent.

Goldman’s investment banking revenues were $1.29bn, down 40 per cent from the same period last year. Its shares closed down 1.84 per cent at $133.01 in New York.

 

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